Informação

XII Curso de Segurança e Defesa para Jornalistas

Lisboa, 3 de Agosto de 2018

 

O Instituto de Defesa Nacional (IDN) vai promover, entre 1 de Outubro e 11 de Janeiro de 2019, o XII Curso de Segurança e Defesa para Jornalistas (XII CSDJ 2018) que terá lugar nas suas instalações em Lisboa e no Porto.

O CSDJ tem por finalidade contribuir para a sensibilização e formação de quadros e futuros quadros ligados ao jornalismo e à comunicação, numa perspetiva de aprofundar a sua cultura de segurança e defesa. 

O CSDJ parte de uma abordagem integrada e global que enquadra a complexa problemática dos conflitos modernos, numa perspetiva geral da segurança e defesa, passando pelas questões da atualidade em matéria de política e defesa nacional, das articulações da segurança cooperativa e do próprio papel dos media num ambiente de conflito armado.

 

Objectivos:

  • Promover o conhecimento e a reflexão esclarecida sobre as questões do âmbito da segurança e da defesa;
  • Sensibilizar os auditores para o conceito alargado de segurança;
  • Promover o conhecimento, aprofundar a capacidade crítica e desenvolver a cultura de segurança e defesa, como bases para o desempenho de futuras funções de responsabilidade numa perspetiva de comunicação pública;
  • Proporcionar contacto direto com a realidade das estruturas de segurança e defesa nacional.

 

Destinatários:

Formandos, titulares de formação e/ou experiência profissional na área da comunicação social, comunicação pública, ciências da comunicação e jornalismo. 

Podem candidatar-se ao CSDJ cidadãos nacionais e cidadãos oriundos de outros países com vínculo académico ou profissional à comunicação pública e cujo currículo profissional dê garantias de habilitação suficiente para a sua frequência.

 

Estrutura e Funcionamento:

O XII CSDJ 2018 decorre em regra às segundas-feiras da parte da manhã, ao longo de cerca de três meses, em regime presencial, e decorre em simultâneo nas instalações do Instituto da Defesa Nacional em Lisboa e no Porto.

O CSDJ está organizado em módulos, abrangendo as seguintes áreas: o Quadro Geral da Segurança e Defesa; a Política Comum de Segurança e Defesa da União Europeia; a Política de Defesa Nacional, a Segurança Cooperativa; o Papel dos Media em Conflitos Armados; e a Análise de Casos de Estudo e Discussões Dirigidas. Para além destes módulos, para os quais se conta com a participação de reputados especialistas em conferências, painéis e debates, o curso inclui a realização de trabalhos práticos e de visitas de estudo a órgãos diretamente relacionados com a segurança e defesa.

O CSDJ é frequentado pelos auditores em regime de tempo parcial, com exceção dos dias de abertura e de encerramento do curso e de visitas de estudo (casos em que o respetivo programa se prolonga normalmente durante todo o dia), sendo obrigatória a participação em todas as atividades constantes do programa de atividades do curso.

 

Prazo de candidatura:

O período para apresentação de candidaturas individuais à frequência do XII CSDJ 2018 decorre entre 11 de Junho e 14 de Setembro de 2018.

 

Propina:

Para a frequência do XII CSDJ 2018 é devido o pagamento de uma propina única no valor de 100,00 Euros pelos auditores individuais admitidos.

 

Para mais informações consulte o Regulamento.

Divulgação de inquérito no âmbito de mestrado em Ciências da Comunicação

24 de Julho de 2018

 

A CCPJ divulga, a pedido da mestranda Patríca Gonçalves, um inquérito no âmbito da sua tese de mestrado sobre "O jornalismo de investigação em Portugal".

 

"Prezados,

 

O meu nome é Patrícia Gonçalves e frequento o mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Encontro-me na fase final deste segundo ciclo do ensino superior, com a redação da dissertação de mestrado. Esta investigação académica tem como tema “O jornalismo de investigação em Portugal” e como pergunta inicial: “De que forma os novos media contribuem para o desenvolvimento do jornalismo de investigação em Portugal?”

Deste modo, os dois objetos de estudo desta investigação são os jornalistas portugueses e a especialidade jornalismo de investigação. O que vos torna a vós, jornalistas portugueses, o meu público-alvo para a redação e conclusão da metodologia desta investigação. Surge aqui a pertinência e importância da vossa colaboração, uma vez que as repostas e conclusões que pretendo alcançar só poderão ser fornecidas por quem trabalha no meio e conhece a realidade desta área.

Assim, peço a vossa colaboração a partir do preenchimento deste inquérito online – https://goo.gl/forms/yFeJzEyT4x1Czmxf1 – o qual será de uso exclusivo para esta investigação e os dados não serão partilhados para outros fins.

 

Agradeço desde já a vossa colaboração e disponibilidade.

 

Cordialmente,

Patrícia Gonçalves"

 

Agência Nacional de Inovação cria Prémio Nacional de Jornalismo de Inovação

20 de Julho de 2018

 

Candidaturas abertas até 15 de Setembro

Para mais informações clique aqui.

Fundação Calouste Gulbenkian - Atribuição de Bolsas de Investigação Jornalística

7 de Julho de 2018

 

A Fundação Calouste Gulbenkian vai atribuir 150 mil euros em bolsas para investigação jornalística.

As bolsas são destinadas a jornalistas de órgãos de comunicação social nacionais e regionais, com carteira profissional portuguesa válida, que apresentem trabalhos de investigação diretamente relacionados com Portugal e com os portugueses, em áreas como a política, economia, questões sociais, culturais ou históricas, e serão atribuídas a um máximo de 10 jornalistas.

 

O período de candidatura encerra a 31 de Agosto.

Consultar Regulamento

 

Atribuídos os Prémios GAZETA 2017

19 de Junho de 2018

 

O Júri dos Prémios Gazeta 2017, os mais prestigiados do Jornalismo português, iniciativa anual do Clube de Jornalistas, com o Patrocínio do Santander Totta e da Galp Energia, deliberou atribuir, após análise dos trabalhos concorrentes, os seguintes galardões:

 

Prémio Gazeta de Mérito – Luís Filipe Costa, jornalista, radialista e realizador de televisão, nascido em 1936, a quem se deve uma verdadeira revolução no panorama radiofónico quando, na década de 1960, chefiou a redação do extinto Rádio Clube Português. O premiado, um dos profissionais de rádio que deu voz a comunicados do MFA, a 25 de Abril de 1974, viria a consolidar a carreira na RTP.

 

Gazeta de FotografiaAdriano Miranda (Público), pela fotografia publicada na primeira página do Público de 16 de outubro de 2017. Símbolo da tragédia dos incêndios, que por isso ajudou à onda de solidariedade nacional para com as vítimas, a imagem de Manuel Francisco, foi captada em Covelo, concelho de Tábua, precisamente no dia em que festejava 82 anos.

 

Gazeta de Imprensa Joana Gorjão Henriques (Público) viu distinguida a primeira de uma série de seis reportagens, sob o título genérico “Racismo à portuguesa”, dedicada à Justiça. O trabalho, publicado entre agosto e outubro de 2017, implicou a realização de entrevistas a cerca de 50 pessoas, entre procuradores, advogados, professores, ativistas, investigadores e artistas.

 

Gazeta de Multimédia – atribuído a João Santos Duarte e Tiago Miranda (Expresso) pelo trabalho “Estamos aqui para formar animais de combate”, reportagem sobre os “comandos”, divulgada um ano após a morte de dois jovens militares, na chamada “prova zero”. Longa viagem ao interior do curso 127, demorou oito meses a concretizar.

 

Gazeta de Rádio Cláudia Arsénio (TSF) foi reconhecida pela reportagem “Tão longe, tão perto”, com sonoplastia de Miguel Silva, emitida em 23 de novembro de 2017. Meio século após as cheias que assolaram a região de Lisboa, cruza testemunhos de sobreviventes com depoimentos de antigos bombeiros, estudantes e jornalistas que acompanharam uma tragédia de mais de 700 mortes e cuja dimensão a ditadura tentou abafar através da Censura.

 

Gazeta de Televisão Pedro Coelho (SIC) venceu, com “Assalto ao castelo”, série de três reportagens emitidas pela SIC entre 1 e 3 de março de 2017, que escrutina a atuação do Banco de Portugal no caso da queda do BES. O trabalho, em que se envolveram também os repórteres de imagem José Silva e Luís Pinto e o editor de imagem Rui Berton, apresenta documentos inéditos que colocam em causa o papel do BP no maior escândalo financeiro da democracia portuguesa.

 

Gazeta Revelação Margarida David Cardoso (Público) ganhou o prémio pela reportagem “A noite do fim do mundo”, sobre as cheias de 1967, publicada na revista P2. O trabalho associa o registo histórico ao depoimento de sobreviventes, sendo a componente fotográfica atual da autoria do fotojornalista Rui Gaudêncio. Os artigos foram divulgados na edição impressa e online a 12 de novembro de 2017.

 

Gazeta de Imprensa Regional – O júri distinguiu o “Correio da Feira”, semanário regionalista de Santa Maria da Feira, que no ano passado comemorou o 120.º aniversário. Propriedade da empresa Efeito Mensagem, Lda., o jornal é dirigido por Orlando Macedo. Preza a pluralidade da abordagem noticiosa, sem abdicar da defesa e promoção dos valores regionais.

 

 

O Júri dos Prémios Gazeta 2017 teve a seguinte composição: Eugénio Alves (CJ), Cesário Borga (CJ), Eva Henningsen (Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal), Fernanda Bizarro (Freelancer), Fernando Correia (jornalista e professor universitário), Elizabete Caramelo (professora universitária), Fernando Cascais (professor universitário e formador do CENJOR), Jorge Leitão Ramos (crítico de cinema e televisão), José Rebelo (professor jubilado do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa) e Paulo Martins (jornalista e professor universitário).

 

Lançamento do livro "O Bairro dos Jornais", de Paulo Martins

O lançamento do livro “O Bairro dos Jornais”, da autoria do jornalista Paulo Martins, terá lugar no dia 17 de Maio, às 18 horas, na Casa da Imprensa.

O livro será apresentado por Mário Zambujal.

 

Prémios Gazeta 2017 - Alargamento do prazo

O prazo para apresentação de candidaturas aos Prémios Gazeta 2017 foi alargado até ao próximo dia 4 de Maio.

 

 

APIFARMA e Clube de Jornalistas anunciam vencedores do Prémio Jornalismo em Saúde

Entidades promotoras do prémio destacam importância do trabalho jornalístico na divulgação de informação em Saúde

 

No Dia Mundial da Saúde, a 2.ª edição do “Prémio APIFARMA/ Clube de Jornalistas – Jornalismo em Saúde” distingue os melhores trabalhos jornalísticos nas categorias de Imprensa, Rádio, Televisão e Universitário Revelação.

  • Rui Peres Jorge e Bruno Simões, jornalistas do Jornal de Negócios, pelo trabalho “Raio-X ao Serviço Nacional de Saúde”, são premiados na categoria de Imprensa.
  • Bárbara Baldaia, jornalista da TSF, pelo trabalho “Um dia de Cada Vez”, é premiada na categoria de Rádio.
  • Paula Martinho da Silva, jornalista da RTP, pelo trabalho “A minha vida é a tua”, é premiada na categoria de Televisão. A imagem é de David Araújo e a Edição de Dores Queirós.
  • Marta Ferreira, Afonso Alexandre, Ana Rita Matos e Joana Fidalgo Figueiredo, licenciados pela ESCS, pelo trabalho “Vida sem Limites”, são premiados com a distinção Universitário Revelação.

O Grande Prémio Apifarma/ Clube de Jornalistas, eleito pelo júri entre os vencedores das quatro categorias referenciadas, foi atribuído a Bárbara Baldaia, jornalista da TSF, que nos termos do regulamento, acumula esta distinção com o prémio de Rádio.

Na segunda edição do Prémio APIFARMA/ Clube de Jornalistas foram submetidas a análise do Júri 32 trabalhos jornalísticos.

No dia em que se assinala o Dia Mundial da Saúde, João Almeida Lopes assinala “o aumento do número de candidaturas recebidas, mais 9 trabalhos, face à primeira edição do prémio, o que atesta o sucesso da iniciativa”.

O presidente da APIFARMA reitera a importância da Comunicação Social na descodificação da informação em Saúde e que, por isso, espera “que o Prémio continue a contribuir para elevar a qualidade do trabalho jornalístico nesta área”.

Mário Zambujal afirmou que “saber não basta, é fundamental saber comunicar o saber e que o intuito destes Prémios foi juntar os dois conhecimentos”. O presidente do Clube de Jornalistas considera que este objectivo “resultou num conjunto de trabalhos de elevado mérito.”

Constituição do Júri da 2.ª edição do Prémio APIFARMA/ Clube de Jornalistas:

  • Cesário Borga, jornalista, Clube de Jornalistas
  • Carlos Lobato, jornalista, Casa de Imprensa
  • António Santos, enfermeiro, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospital
  • Jorge Penedo, médico, personalidade de mérito na Saúde
  • António Borga, jornalista, personalidade de mérito no Jornalismo

O júri decidiu não atribuir o prémio na categoria de “Jornalismo Digital” por considerar que os trabalhos apresentados não atingem níveis de qualidade merecedores de distinção.

A data e local da cerimónia de entrega de prémios serão anunciados brevemente.

  

Sobre o “Prémio APIFARMA/ Clube de Jornalistas – Jornalismo em Saúde”

O “Prémio Jornalismo em Saúde”, criado em 2017, é uma organização do Clube de Jornalistas, promovido com o apoio da APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica.

A iniciativa pretende contribuir para promover a qualidade e a profusão do trabalho jornalístico dedicado à Saúde com enfoque em aspectos relevantes do Serviço Nacional de Saúde (SNS), na inovação em Saúde e no desenvolvimento económico e social na área da Saúde.

O prémio distingue trabalhos jornalísticos publicados ou difundidos nos órgãos de comunicação social portugueses na área da Saúde, realizados por profissionais da comunicação social, em quatro categorias: Imprensa, Rádio, Televisão e Digital.

A distinção “Universitário Revelação”, dirigida a recém-licenciados de Comunicação Social e Jornalismo, incide estritamente sobre trabalhos académicos sendo, por isso, uma categoria autónoma.

 

 

Agressões a jornalistas passam a ser consideradas crime público

A recente alteração ao art.º 132.º do Código Penal veio conferir uma maior protecção aos jornalistas no exercício da sua actividade.

As agressões praticadas contra um jornalista no exercício das suas funções ou por causa delas passam a ser consideradas crime público, sendo susceptíveis de revelar especial censurabilidade ou perversidade para efeitos penais.

Prémios Gazeta 2017

 

Atribuídos os Prémios Gazeta 2016

27/09/2017

 

Reunido no Clube de Jornalista, o Júri dos Prémios Gazeta, os mais prestigiados galardões de jornalismo em Portugal, uma iniciativa, anual, promovida pelo CJ, com o patrocínio do Santander Totta, analisou os trabalhos concorrentes, relativos a 2016, com o seguinte resultado:

Prémio Gazeta de Fotografia atribuído a Enric Vives-Rubio, do jornal Público. A foto de capa, da edição de 4 de Agosto de 2016, “Mulher a caminhar no meio do parque de estacionamento do Festival de Danças Populares Andanças”, é um excelente documento jornalístico pelo poderoso significado da mulher a caminhar entre carros ardidos, no referido parque do concelho de Castelo de Vide, onde um incêndio afectara, horas antes, mais de 400 viaturas.

Prémio Gazeta Multimédia atribuído a Teresa Abecasis e João Carlos Malta pelo trabalho “Cemitério dos Vivos”, publicado em 21 de Junho de 2016 no site da Rádio Renascença. Os ciganos do bairro da Pedreira, em Beja, são os protagonistas da reportagem que assinalava – de forma bem enquadrada e com diversidade de recursos - a permanência das condições de vida sub-humanas da comunidade apesar da demolição do muro que a separava do restante tecido urbano.

Isabel Meira foi a vencedora do Gazeta de Rádio pelo trabalho “Na hora de pôr a mesa”, da TSF, onde aborda o projecto social de voluntariado “A poesia não tem grades”, desenvolvido em meio prisional. Com sonoplastia de Herlander Rui, o trabalho da repórter, actualmente na Antena2, revela, com sensibilidade, histórias de que está preso e de quem já esteve e encontrou na poesia uma forma de libertação.

O Prémio Gazeta de Imprensa coube a Luciana Leiderfarb pelo trabalho “O Nome do Pai” - publicado a 13 de Agosto de 2016 na revista E do semanário Expresso - sobre a herança familiar de descendentes de altos dignatário do regime nazi, dando a voz a quem não apagou apelidos e lidou com tal fardo. Alguns cederam fotos inéditas, permitindo, nomeadamente, a publicação da imagem de filhos de Rudolf Hoss, comandante de Auschwitz, junto à piscina do seu jardim, no próprio campo de concentração, sendo visíveis, ao fundo, as chaminés dos fornos crematórios.

Margarida Metello é a vencedora do Gazeta de Televisão pela série documental de dois episódios “Reforma Agrária”, emitida pela RTP2 nos dias 27 de outubro e 3 de Novembro de 2016. Num registo equilibrado, sem ceder a maniqueísmos ou a ideias feitas, a reportagem trata um tema sensível, que marcou o agitado período pós-revolucionário de 1974/75 e ainda hoje causa divisões. Um documento indispensável ao conhecimento daquele momento histórico.

O Prémio Gazeta Imprensa Regional foi atribuído ao semanário “Barcelos Popular”, fundado em 1976 e que se tem afirmado como projecto inovador e plural de informação essencialmente local nas mais diversas vertentes. Propriedade da Milho-Rei – Cooperativa Popular de Informação e Cultura de Barcelos, que envolve meia centena de cooperadores. O semanário, conhecido por “verdinho”, apresenta vendas acima dos sete mil exemplares e uma audiência estimada de 40 mil leitores.

O Troféu Gazeta de Mérito foi atribuído a José Quitério, crítico gastronómico do Expresso durante quase quatro décadas. A qualidade da escrita das crónicas assinadas pelo jornalista constituiu a razão principal da escolha do júri. Nascido em Tomar em 10 de abril de 1942, Quitério chegou a frequentar a Faculdade de Direito de Coimbra, mas o curso não o entusiasmou. Em Lisboa desde 1972, a sua ligação à Comunicação Social teve início no arquivo de O Século, onde trabalhou até ao encerramento do jornal. Ainda passou pela extinta revista Tilt, antes de fundar a secção de gastronomia do semanário, em 1976. Muitos anos antes de se tornar corrente a designação de chef – “já ninguém quer ser cozinheiro, agora só há chefs”, constatou no ano passado, em entrevista à Visão – já José Quitério percorria restaurantes, para se render a paladares ou castigar duramente pratos intragáveis. Sempre sob anonimato, condição de independência e de isenção. A sua fotografia não saia no Expresso, recusava convites, não marcava mesa nos restaurantes, jamais aceitou ofertas. Graças a esta conduta e à invulgar dimensão histórico-cultural das suas crónicas tornou-se uma referência na área.

O Júri dos Prémios Gazeta 2016 teve a seguinte composição: Eugénio Alves (CJ), Cesário Borga (CJ), Eva Henningsen (Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal), Fernanda Bizarro (Freelancer), Fernando Correia (jornalista e professor universitário), Elizabete Caramelo (professora universitária), Fernando Cascais (professor universitário e formador do CENJOR), Jorge Leitão Ramos (crítico de cinema e televisão), José Rebelo (professor jubilado do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa) e Paulo Martins (jornalista e professor universitário).

Clube Português de Imprensa tem site dedicado ao jornalismo e à situação dos media

20/07/2017

 

Lançado em Novembro de 2016, o site do Clube Português de Imprensa (CPI) é um espaço multidisciplinar, onde cabem a informação institucional relativa às actividades associativas a par da actualidade relacionada com o jornalismo e os media , tanto na óptica noticiosa como no debate de ideias .

O site divide-se em três grandes áreas de conteúdos, com uma coluna de opinião a cargo de jornalistas e investigadores das Ciências de Comunicação, resumos informativos e propostas de reflexão sobre as grandes questões que se colocam hoje na paisagem mediática e à função jornalística.

O site do CPI conta, ainda, com duas parcerias com o Observatório de Imprensa do Brasil e a Asociacion de la Prensa de Madrid, dos quais publica regularmente trabalhos de análise em diferentes perspectivas, desde a ética profissional aos efeitos das mudanças tecnológicas.

O CPI , associação reconhecida de Utilidade Pública fundada em Dezembro de 1980, integra o Prémio Helena Vaz da Silva, instituído conjuntamente com o CNC-Centro Nacional de Cultura e Europa Nostra, e lançou este ano o Prémio de Jornalismo da Lusofonia, em parceria com o Jornal Tribuna de Macau.